quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O horror do espicismo! Chocante: Animais são brutalmente agredidos em testes para produtos de uso cotidiano - Por Claudia Braguetto (da Redação)



O horror do espicismo! Chocante: Animais são brutalmente agredidos em testes para produtos de uso cotidiano
Foto: Reprodução

A cada ano, mais de 100 milhões de animais sofrem e morrem em testes e experimentos cruéis e bárbaros, o que representa um número incrível de 274 mil por dia, ou três a cada segundo, e esta é uma estimativa conservadora, pois camundongos, ratos, pássaros e todos os animais de sangue frio (que representam 95% dos animais utilizados em experimentos) não são contabilizados, por não serem protegidos pelo Ato de Bem-Estar Animal.

A verdade é que, mesmo que cada vez mais pessoas estejam rejeitando testes em animais todos os dias, a maior parte dos produtos mais utilizados por nós são testados em animais e nós nem nos damos conta. Enquanto que os maiores culpados que nos vem à cabeça quando pensamos em testes feitos em animais são maquiagem, remédios e itens de cuidado pessoal, infelizmente existem muito mais envolvidos nessa prática nojenta. As informações são do Care2.

Veja sete exemplos chocantes:
Fraldas
Animais são forçados a ingerir os ingredientes usados nas fraldas, além de tê-los testados em suas peles para detectar reações alérgicas. Apesar das declarações da Proctor and Gamble (dona da Pampers) sobre estarem fazendo esforço para mudar para alternativas de testes que sejam livres de crueldade, eles continuam a conduzir experimentos horríveis em animais. A Kimberly-Clark, proprietária da Huggies, não é melhor.

Ração para Animais de Estimação
As mesmas empresas que criam comida que deveria nutrir nossos animais de estimação também estão matando outros. Há muita informação por aí a respeito das práticas chocantes da Iams, Hills e Eukanuba, rotulando-os como os piores ofensores. Nenhum desses testes é realmente exigido por lei e alternativas humanitárias existem, sim. Por sorte, hoje em dia, há muitas outras opções para escolher, incluindo V-dogfood e Evolution Diet.

Lentes de Contato
Como as lentes de contato são classificadas como um dispositivo médico, e são reguladas pelo FDA (Food and Drug Administration), elas também são testadas em animais. De acordo com o FDA, todos os dispositivos médicos devem ser testados em animais antes de serem considerados seguros para uso humano. Todas as grandes marcas são culpadas de testarem as lentes, assim como as soluções salinas, mas ainda bem que existem algumas marcas livres de crueldade por aí, como a Clear Conscience.

Papel Higiênico
Bounty, Charmin, Cottonelle, Kleenex, Puffs e Scott Tissue, juntamente com quase todas as outras grandes marcas de papel higiênico testam seus produtos em animais. Evite comprar papel higiênico e lenços tingidos ou com fragrância, e opte pelos não tingidos, reciclados e amigos da natureza.

Lâminas de Barbear
Gillette, Schick, Braun, Bic, você escolhe, a maioria dos fabricantes de lâminas de barbear conduzem testes em animais. Enquanto muitos dessas grandes empresas fazem declarações que dão a entender que eles abandonaram experimentos animais, tais alegações, na maioria das vezes, não podem ser confiadas, pois são ilusórias, e as companhias ainda continuam testando em animais.

Itens de Papelaria
Bic, uma das maiores fabricantes de produtos descartáveis como isqueiros, ímãs, canetas esferográficas, produtos de papel impresso e lâminas de barbear, diz que atualmente estão observando uma moratória nos testes em animais, entretanto, eles se recusam a descartar testes futuros. Post-it e Scotch Tape, que pertencem à 3M, são outras marcas que podem parecer inocentes, mas testam seus produtos em animais.

Lustra-móveis
Outro produto inesperado e que é testado em animais é o seu lustra-móveis de uso diário, juntamente com detergente, purificador de ar e alvejante. Os testes consistem em administrar doses de químicos de alta toxicidade ou esfregar substâncias irritantes em seus olhos ou pele. Alguns produtos de limpeza “verdes” são igualmente culpados; enquanto eles alegam que o produto final não é testado em animais, seus ingredientes são.

Como evitá-los?
Apesar de poder ser complicado viver um estilo de vida livre de crueldade quando tantos dos seus produtos favoritos são testados em animais, não se desespere! Existe uma infinidade de recursos incríveis por aí para ajudá-lo ao longo do caminho.

A Leaping Bunny tem uma lista significativa de quem testa e não testa em animais, desta forma você poderá saber em quem confiar e de quem ficar longe na hora das suas compras. Go Cruelty Free e a PETA também são outros dois recursos úteis. E é claro, uma das melhores formas de descobrir a verdade e certificar-se de que está fazendo a escolha mais compassiva possível é contatar a empresa diretamente.

Comissão da Verdade vai até as masmorras do antigo DOI-Codi - por Latuff

Fonte: http://latuffcartoons.wordpress.com/

[EUA] Partido do Chá (Tea Party) condena livros anarquistas infantis - por ANA


[EUA] Partido do Chá (Tea Party) condena livros anarquistas infantis

[O livro “As Regras Existem Para Serem Quebradas: Um Guia Infantil sobre Anarquia” é descrito pelo Partido do Chá (movimento conservador estadunidense) como "absolutamente chocante".]

Delicadamente cômico, o livro infantil “A Rule Is to Break: A Child's Guide to Anarchy” (As Regras Existem Para Serem Quebradas: Um Guia Infatil sobre Anarquia) - que exorta as crianças a "pensar por si mesmas", "dar coisas de graça" e "fazer o que quiser" - está sobre a mira do Partido do Chá.

Originalmente autopublicado, "As Regras Existem Para Serem Quebradas" foi lançado tardiamente no mês passado, por uma pequena editora de São Francisco chamada Manic D Press. Escrito e ilustrado pelos companheiros John Seven e Jana Christy, conta a história de Wild Child (Criança Selvagem) "enquanto ela aprende sobre ser ela mesma e como isso se traduz em autonomia de criança". As recomendações no livro incluem "Não seja igual a todos os outros! Seja você mesmo", e "Faça pinturas na sua TV! Esqueça as lojas de doces e se suje no jardim!".

Uma crítica na revista Publishers Weekly sugere que mesmo leitores adultos pegos de surpresa por trechos como "quando alguém diz 'Trabalhe!', você diz 'Por que?'” e “Banhos nunca mais!” poderão receber sugestões para educarem a si mesmos. “Use seu cérebro” e “ouça a menor das vozes”, chamando o livro de “o lado macio da anarquia, com ênfase no lúdico e na independência, e também na comunidade e na gentileza".

Mas uma nota do Partido do Chá, publicado na rede de notícias Liberty News, condena o livro como "absolutamente chocante". Também tratou de criticar o suporte que o livro recebeu do renomado educador estadunidense Bill Ayers, que providenciou uma sinopse para o título, na qual ele considera a obra "um deleite para leitura" e diz que "um livro para crianças sobre anarquia parece de alguma forma muito correto: um instintivo, intuitivo senso de justiça, comunidade, e interdependência se encaixa de modo perfeitamente natural com o desejo de democracia participativa, equilíbrio ambiental, autodeterminação, paz e justiça global". Ayers é descrito, ironicamente, abaixo de sua sinopse no livro, como um "autor... professor, camarada alegado terrorista de Barack Obama, e avô".

"O livro por si só é horrendo o suficiente. Mas fica ainda pior quando descobrimos que Bill Ayers, terrorista radical de esquerda e amigo de Obama, não só endossa o livro através de sua conta no Twitter, como também seus comentários em apoio ao livro são listados na atual página do Amazon.com" - escreve Eric Odom, diretor administrativo da rede de notícias Liberty News. "Uau... se uma pessoa pode ser lida através das companhias que possui, o que isso pode dizer sobre Obama?".

No entanto, o editor do livro não se incomoda com os ataques: as vendas já estão "muito boas", disse a administradora de propaganda Jennifer Swihart Voegele para o Publishers Weekly, e ela espera que as provocações do Partido do Chá aumentem o interesse. "O Partido do Chá não gosta de "As Regras Existem Para Serem Quebradas" porque é anticapitalista”, disse a editora Jennifer Joseph para a revista, adicionando que ela inclusive enviaria cópias ao guru da direita Bill O'Reilly e o comediante Stephen Colbert, com um cartão de "Boas Festas".

As Regras Existem Para Serem Quebradas: Um Guia Infantil sobre Anarquia (A Rule Is to Break: A Child's Guide to Anarchy) por John & Jana, 44 páginas, ISBN 978-1-933149-25-7, $14.95, 6 x 9, Capadura, Contém ilustrações coloridas!  Cultura popular/Política/Humor.

Fonte: agências de notícias

Tradução > Malobeo

agência de notícias anarquistas-ana

No metal do carro
o batuque do granizo.
Bumbo do trovão.
Bernard Waldman

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Extrema-direita racista se infiltra em pequena cidade norte-americana, denuncia organização - Redação


Extrema-direita racista se infiltra em pequena cidade norte-americana, denuncia organização

População de Leith está preocupada com a chegada de neonazistas à região

A pequena cidade de Leith, na Dakota do Norte, Estados Unidos, está se preparando para um fenômeno fora do comum. O local foi escolhido por membros de movimentos de extrema direita para se transformar numa comunidade de supremacia branca, recebendo grupos neonazistas norte-americanos como o NSM (Movimento Socialista Nacional Americano) e o WAR (Resistência Ariana Branca).   
Leith está se tornando um pólo de atração de neonazistas americanos

O processo começou há dois anos, quando Paul Craig Cobb, procurado pela justiça do Canadá por defender a supremacia branca e promover a discórdia num fórum de discussões na internet, mudou-se para Leith e começou a comprar extensas porções de terra na região.   

Seu objetivo, assinalado pela organização norte-americana South Poverty Law Center, que monitora movimentos de extrema direita, é, silenciosamente, construir uma comunidade neonazista no local, que possui apenas 24 habitantes. A informação foi publicada pelo jornal inglês The Guardian neste domingo (22/09).

Assim, Cobb está no processo de transferir algumas de suas propriedades para Jeff Schoep, comandante da NSM, para Tom Metzger, um antigo membro da Ku Klux Kan, e para April Gaede, fundador do grupo extremista Vanguarda Nacional.   

Segundo Heidi Beirich, do Southern Poverty Law Center, essa não é a primeira tentativa de Cobb, de 61 anos, de instaurar comunidades de coletivismo racista. “Cobb foi provavelmente muito além do que qualquer outro na perseguição por essa ideal de supremacia branca”, disse Beirich, que confirmou iniciativas semelhantes lideradas por ele nas localidades de Idaho e Montana.  

Ativistas contra o racismo de outras partes da Dakota do Norte e do estado vizinho de Minnesota também são esperados na cidade. “Não podemos aceitar esse ódio racista que eles estão trazendo para cá. Leith está em crise e desesperadamente precisando de ajuda” afirmou Jeremy Kell, um dos organizadores da ação contrária à comunidade neonazista, ao Bismarck Tribune.   

Para os 24 habitantes de Leith, a perspectiva de assistirem à sua cidade ser tomada por um movimento de supremacia branca não é nada bem vinda. Conforme relatou o prefeito da cidade, Ryan Schock, os cidadãos estão muito preocupados e iniciam uma articulação para encorajar Cobb a deixar o local. 

Dentre as possibilidades de ação discutidas por eles, estão a criação de um fundo de defesa para pagar taxas legais, permitindo aos moradores empreender ações na justiça contra Cobb. Outra atitude que foi proposta é abandonar o status municipal de Leith antes que os neonazistas se tornem a maioria da população da cidade, e cheguem a controlar a prefeitura do local.  

Todo o burburinho que envolve os planos de Cobb fez com que nenhum proprietário da cidade continuasse a negociar com ele. Diante disso, Jeff Shoep, acusou “extremistas de esquerda” de tentarem retirar Cobb de sua casa, e assinalou que viajará à Leith a fim de “plantar as sementes do Nacional Socialismo na Dakota do Norte”. 

“Craig Cobb não está sozinho, e não será expulso ou forçado a sair. Documentos legais estão sendo preparados para garantir seus direitos civis, e outros novos moradores de Leith não serão violados”, afirmou o comandante da NSM.  

Fonte: http://operamundi.uol.com.br/

Chamada para a 4ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre - por ANA


Chamada para a 4ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre 
[Ao chegar à 4ª edição, a Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre (RS) traz novidades, desta vez acontecerá uma Mostra de Vídeos Anarquistas. Reproduzimos a seguir o comunicado para participar do evento, que ocorre de 15 a 17 de novembro.]

Chamada:

Nos dias 15, 16 e 17 de novembro acontece a 4ª Feira do Livro Anarquista de Porto Alegre e a 1ª Mostra de Vídeos Anarquistas da cidade. Nesta quarta edição da feira, uma vez mais convidamos pessoas interessadas e coletivos engajados para trazerem seus materiais e participarem da organização, com o objetivo de fortalecer e propagar práticas e ideais anarquistas.

Em tempos de tormenta, em que a revolta tomou conta das ruas, rajadas de ações e ideias rompem a normalidade. Estes espaços são cada vez mais importantes para a partilha de materiais como livros, filmes e zines; e para a realização de intervenções, oficinas e diálogos. É momento para continuar alimentando os ideais libertários, marcados por valores de liberdade, solidariedade, autogestão, mutualidade e autonomia. 

Convidamos a todxs a conhecer os ideais anarquistas e os diversos frontes ocupados pelxs anarquistas, em uma luta pela superação dos preconceitos e das formas de alienação disseminadxs pelos meios de distração em massa.

Para propor atividades para a feira e enviar seus filmes para a mostra, entre em contato através do e-mail
 flapoa@libertar.se, ou através da rede we.riseup (grupo 4flapoa).

Confira atualizações no site flapoa.deriva.com.br.

agência de notícias anarquistas-ana

brisa suave:
voejam borboletas
por todo jardim 

Nete Brito

Em nome do esporte: Liga de Futebol Americano é acusada de experimentos cruéis com animais – por ANDA


Em nome do esporte: Liga de Futebol Americano é acusada de experimentos cruéis com animais
        Rato tem cabeça esmagada repetidamente por barra de ferro em experimento. Foto: PETA
 
Pelo jeito, nem as organizações voltadas ao esporte podem ser isentas do que diz respeito à crueldade animal.

O PETA emitiu recentemente um press release onde alega que a NFL (National Football League – Liga Nacional de Futebol) é responsável por pesquisas em laboratório que estão machucando e matando animais. As informações são da Global Animal.

Rick Chandler do SportsGrid.com divulgou que o PETA lançou uma petição entitulada “Unnecessary Roughness” (“Aspereza Desnecessária”) com o objetivo de parar a pesquisa de ferimentos em esporte que têm sido conduzidas em animais.
Logo da campanha contra a NFL. Foto: PETA

E isso vem ocorrendo há muito tempo. Segue um trecho do release do PETA:

“Durante anos, a Fundação National Football League, anteriormente conhecida como NFL Charities, patrocinou em silêncio experimentos horríveis e mortais utilizando cães, ratos e outros animais…Esses projetos, muitos dos quais estão em andamento, são grosseiramente criados para reproduzir e simular ferimentos que ocorrem nos campos de futebol”.

A declaração lista um número de universidades dos Estados Unidos que supostamente conduziram estes experimentos cruéis em conjunto com “laboratórios privados”.

O PETA afirma que os experimentos visam recriar lesões na cabeça, na coluna vertebral e outros acidentes relacionados a esportes. O site da ONG fornece um exemplo em formato “.GIF” de tais experiências, que mostra um rato tendo a cabeça esmagada por uma barra de metal.

O documento emitido pelo PETA também declara que lesões sérias de joelho estão sendo infligidas a cães que, por sua vez, são subsequentemente assassinados. É mencionado no documento que a NFL supostamente traz como razão aos experimentos em animais o custo de 765 mil dólares que teve com ex-jogadores que sofreram de ferimentos na cabeça em campo. Também é citado no texto um apelo da liga para alocar 10 milhões de dólares em “pesquisa e educação”.

O release finaliza concluindo que os alegados experimentos não apenas causam danos inegáveis e terríveis aos animais como também não são efetivos em termos de pesquisa.

“Continuar a bater nas cabeças de animais e aleijar cães não irá prevenir e tratar ferimentos sofridos pelos jogadores da NFL. É tempo para uma nova cartilha, quando se trata de avançar na Ciência para tratamento de lesões traumáticas”.

Em nota, a NFL apenas respondeu que todos os procedimentos “seguem os atuais padrões éticos da indústria para a investigação médica estabelecidos pela comunidade científica”, e que “os pedidos de subvenção devem ser previamente aprovados pelo Comitê de Ética da instituição participante”, de acordo com reportagem do Bleacher Report.

Assine a petição e veja a imagem que mostra o rato sendo torturado com uma barra de metal em experimento da NFL.

Aberrações em nome do esporte
Recentemente, mais um caso bizarro foi divulgado nos noticiários envolvendo caso extremo de crueldade animal em nome de um evento esportivo.

Uma ovelha foi morta antes de um jogo  no Cazaquistão no que chamaram de “abate ritual” para trazer sorte. A prática foi duramente criticada pelo PETA, que questionou a UEFA pedindo a proibição.

Os experimentos com animais e este caso são exemplos sofisticados e contemporâneos que remontam aos sacrifícios de animais em arenas da Idade Média. Embora de outras formas, hoje animais continuam morrendo também pelo esporte humano e em nome dele.

O tempo passou mas os humanos não evoluíram; evoluiu, sim, o grau de refinamento da maldade, que agora é chamada de “científica”. A morte de uma ovelha para trazer sorte, por outro lado, nada tem de científico e retrata o atraso imperdoável da decadente ou estagnada raça humana.

Por fim, é oportuno lembrar que a presença da crueldade animal em campos de futebol se faz notar de modo eminente em qualquer jogo, pois o couro de animais está em elementos básicos desse esporte que são as chuteiras e calçados dos jogadores, assim como nas bolas utilizadas em todas as modalidades de futebol (“soccer” ou “football”), brasileiro ou americano.

Se formos um pouco mais além, podemos afirmar que o futebol é um esporte extremamente super avaliado; em termos de recursos financeiros para se pagar times e jogadores, estádios e campeonatos, as cifras devem ultrapassar facilmente os trilhões de dólares no mundo, recurso este que advém de empresas, governos e contribuintes e faz falta para matar a fome e salvar a vida de, quem sabe, igualmente trilhões de animais humanos e não-humanos.

Salve a alienação humana!

Fonte: http://www.anda.jor.br